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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Amor de Ficção

Se somos um dos motivos
Pra viver
Temos promessas
Pra cumprir
Um tempo
Pra admitir

Duas vezes já passou
Continuo errando
Meu próprio nome
Me sinto a pé
Ou assistindo
Um filme
De Rob Zombie

As pernas doem
O céu já some
Percebi agora
Que é hora
De correr
Um serial killer
Está à solta
Onde me esconder

Numa psicose
De Hitchcock
Não existe música
Tô sem clima
Pra assassinar
Pra saciar
Teu sangue
Em pequenas doses

Pra onde você foi
Te assustei com meu salário
Prometo que meu braço disforme
Vai se recompor
Como um X-Men
Da vida real
Do tempo real
De um amor sem igual

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